10/12/2010
Desta forma, parte das expectativas dos analistas fica confirmada. As atenções agora recaem sobre os dados econômicos que serão divulgados neste sábado e o possível aumento das taxas de juros.
O aperto monetário será o suficiente?
Para o analista Wei Yao, do banco Société Générale, a grande questão em torno do aperto monetário chinês – que é dado como certo – reside no nível em que será efetuado.
Lembrando que o crescimento da atividade chinesa tem sido moderado nos últimos dois trimestres e também as incertezas no contexto econômico global, o analista avalia que o cenário “provavelmente não justifica uma posição monetária firme na perspectiva no governo”. Entretanto, para Yao, isso pode levar a um aperto monetário insuficiente.
Necessidade urgente
Para Flemming Nielsen, do Danske, com o crescimento da economia mais uma vez acelerando e a inflação indo para um patamar de 5,5% no começo do próximo ano, a necessidade de uma política monetária “menos acomodada” é urgente.
Na avaliação de Nielsen, a divulgação dos dados da economia referentes ao último mês de novembro no sábado traz a possibilidade de que uma política monetária mais austera seja decidida já neste fim de semana. Segundo o analista, isso deve acontecer particularmente se a inflação do mês passado ficar surpreendentemente elevada – a expectativa é de um pequeno incremento de 0,2 ponto percentual, para 4,6% ao ano.
Por fim, a projeção é de um aumento de 0,27 ponto percentual na taxa de juros em conjunto com o aumento dos depósitos exigíveis. Também é esperada uma apreciação mais rápida da moeda chinesa como parte da reposta do governo chinês.
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