20/07/2012
A taxa básica de juros, a Selic, deverá continuar a trajetória de queda no Brasil, mas essa redução deverá ser feita com parcimônia, informou nesta quinta-feira (19) a ata do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central.
— Mesmo considerando que a recuperação da atividade vem ocorrendo mais lentamente do que se antecipava, o Copom entende que, dados os efeitos cumulativos e defasados das ações de política implementadas até o momento, qualquer movimento de flexibilização monetária adicional deve ser conduzido com parcimônia.
Na semana passada, o Copom reduziu a Selic em 0,50 ponto percentual, levando-a para a nova mínima histórica de 8% ao ano.
Foi o oitavo corte seguido desde que o BC começou o processo de flexibilização monetária, em agosto passado, para estimular a cambaleante economia brasileira.
Crédito e inadimplência
O sistema financeiro brasileiro emprestou R$ 2,1 trilhões em maio, um crescimento de 1,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. Esse total representa 50,1% do PIB (Produto Interno Bruto, que é a soma de todas as riquezas do País).
A taxa média anual de juros chegou a 32,9% em maio, uma queda de 2,2 pontos percentuais em relação a maio de 2011. Para os consumidores, porém, a taxa média de juros ficou em 38,8%, enquanto para as empresas atingiu 25% ao ano.
O prazo médio para pagar o empréstimo ficou em 607 dias para pessoas físicas e em 402 dias para as empresas. O prazo médio dessas operações alcançou 500 dias.
A taxa de calote, correspondente a atrasos superiores a 90 dias, alcançou 6% em maio, alta de 0,9 ponto percentual em relação a maio do ano passado
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