02/12/2010
O governo põe nos próximos dias um ponto final na proposta de nova política industrial para o governo de Dilma Rousseff. A informação foi confirmada na quarta-feira (1º) pelo presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho. Entre as novidades estão incentivos tributários às empresas brasileiras que vendem ao exterior.
- O programa está bastante detalhado, pendente de entendimentos finais, porque uma parte tem a ver com tratamento tributário às exportações, que precisa ser aperfeiçoado.
Durante evento na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Coutinho comentou que a segunda versão da Política de Desenvolvimento Produtivo, que chamou de PDP-2, tratará também do combate a "certos canais de importação quanto ao aperfeiçoamento de mecanismos de ressarcimento tributário".
Coutinho não deu detalhes sobre os itens da política industrial do governo Dilma, mas a intenção é aumentar de quatro para oito as principais metas. A definição virá em reunião prevista para a próxima semana, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com representantes dos órgãos envolvidos.
As quatro metas do programa de 2008 - que não devem ser cumpridas este ano, prazo estipulado inicialmente - referiam-se à taxa de investimento, exportações, inovação e elevação da quantidade de empresas exportadoras.
Entre os temas cogitados para compor as novas metas estão sustentabilidade ambiental e qualificação profissional.
Criada há dois anos e meio, a PDP tinha como meta principal a elevação da taxa de investimento fixo para 21% do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas do país) ao ano.
Pelas projeções atuais, essa relação só será alcançada em dois ou três anos. Em 2010, deve ficar perto de 19%.
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