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20/06/2011

Mercado reduz pela 7ª vez previsão da inflação para 2011

Boletim Focus, porém, espera por alta da taxa em 2012; PIB deverá fechar ano 3,96% maior

O mercado reduziu pela sétima vez consecutiva a previsão para a inflação oficial em 2011, segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (20). O documento também prevê manutenção da taxa de crescimento da economia brasileira em 2011.

De acordo com o documento o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deverá encerrar o ano em 6,18%, contra 6,19% da semana passada. Por outro lado, para 2012, a expectativa é de que o índice de preços feche em 5,18% - a segunda alta semanal consecutiva.

Se fechar nestes patamares previstos pelo mercado, a inflação oficial ainda ficaria dentro da meta, que é de 4,5%. O governo estipula tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos no índice oficial de preços. Isso significa que o IPCA pode cair a 2,5% ou subir a 6,5%.

A expectativa para o crescimento da economia brasileira se manteve o mesmo nesta semana: o PIB (Produto Interno Bruto, que é a soma de riquezas de uma nação) deverá encerrar este ano 3,96% maior – mesma previsão da semana passada. Para 2012, o PIB deverá aumentar 4,1% - também a mesma taxa da semana anterior.

A produção industrial, no entanto, não acompanha a estabilidade do crescimento da economia. O setor deverá fechar 2011 com aumento de 3,44% na produção, o que representa a terceira redução consecutiva. Para o ano que vem, a produção industrial deverá ficar 4,5% em relação a 2011. 

Assim como a inflação oficial, medida pelo IPCA, a inflação do aluguel, cujo termômetro é o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado). O indicador deverá fechar este ano em 6,28% - a terceira redução consecutiva. Para o ano que vem, o mercado espera que a inflação do aluguel feche em 5% - mesma previsão há oito semanas.

Investimento estrangeiro 

O Brasil deverá ficar ainda mais atraente para os investidores estrangeiros neste ano, segundo o boletim Focus. Isso porque, de acordo com o documento, o investimento direto no país ficará em R$ 81,9 bilhões (US$ 51,3 bilhões) neste ano – contra previsão de R$ 79,8 bilhões (US$ 50 bilhões) na semana passada.

Contribui para o aumento dessa expectativa as taxas de juros praticadas no Brasil, que atualmente está em 12,25% e representa uma das mais altas do mundo.

Fonte:

r7

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